sábado, 17 de abril de 2010

Rob em entrevista para a revista finlandesa MeNaise

Adolescentes hiperventilando à ponto de desmaiar, lágrimas incontroláveis, repetindo OMG.

Robert Pattinson – o “Garoto do momento” – o cara mais sexy que Hollywood tem a oferecer. Ele é forçado a deixar restaurantes pelas saídas das cozinhas…

“De uma forma, a fama é divertida, e eu gosto de andar entre guarda-costas, que por obrigação tiram as pessoas do caminho, mas o que mais eu posso fazer? Quando a multidão gritando nos cerca, parece que qualquer coisa que eu diga não será ouvida, então não importa o que eu diga.”

Hoje, em Londres, Robert está livre para falar com o coração, sem as fãs gritando, chorando ou hiperventilando. Ainda assim, ele está frustrado, se contorcendo na cadeira, batendo os dedos na mesa. Seu cabelo despenteado, bagunçado e sexy está coberto por um chapéu e ele está usando barba. Ele responde com incerteza e termina as respostas com uma risada.

Robert fez da timidez e falta de auto-confiança suas marcas registradas.

“Eu tropecei para dentro do mundo da atuação, sem intenções para isso, e não fazia idéia do que estava fazendo.”

“É difícil aprender a aperfeiçoar na minha atuação, quando você está nos holofotes. A pressão é imensa. Todo mundo está julgando meu talento baseado em como os filmes se saem nas bilheterias ou em quis prêmios ele ganha.”

A Histeria Pattz começou há alguns anos, com Twilight. Com o terceiro filme saindo nesse verão, e o quarto em produção, a febre Pattz não vai esfriar por um tempo ainda.

Remember Me - “O papel foi significante e eu me envolvi do início ao fim.”

Quando nos EUA, Robert não faz nada em seu tempo livre, ele é um prisioneiro. Ele toca violão, come e assiste filmes, qualquer coisa que possa ser feita em um quarto de hotel. Seus velhos amigos, irmãs ou namorada se revezam para ficar com ele. (Não menciona K-Stew pelo nome)

As notícias dos paparazzis não são interessantes. Se você quer ficar fora dos tablóides, funciona ficar entre ficar entre quatro paredes.

Em casa, nas ruas chuvosas de Soho, em Londres, ele fica livre para vagar, com seu boné e barba, assim como todo mundo.

“Eu não me lembrava que poderia ser tão pacífico. Tem sido fantástico.” Ele imagina se é por causa da indiferença dos londrinos, ou por causa da barba, que esconde sua reconhecível mandúbula quadrada com seus finos lábios vermelhos.

“Se for a barba, então eu estou rezando para poder continuar com ela no meu próximo papel.”

Tradução: Foforks

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